Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, SAO BERNARDO DO CAMPO, Mulher, Mais de 65 anos, Afrikaans, Tibetan, Sexo, Dinheiro



Histórico


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis


 
 
Mulheres sem Voz


Mulheres com depressão

As mulheres com depressão têm 70% maior risco de contrair doenças cardíacas do que as que não têm, segundo um estudo divulgado hoje por uma agência canadensce de estatística.

um levantamento de dados em que cinco mil mulheres foram analisadas, foi o que levou os especialistas do StatsCan a estabelecer a relação entre depressão e doenças cardíacas nas mulheres. Os autores acreditam que a depressão causa algum distúrbio fisiológico ligada à predisposição genética, o que leva a inflamação dos vasos sangüineos.

Uma das teorias que pode explicar, em parte, este fenômeno é o fato de que a depressão causa comportamentos prejudiciais para a saúde cardíaca, porque sob seus efeitos a mulher não se alimenta direito, se torna sedentária, alcoolátra e em muitos caos fica dependente do cigarro.

De acordo com especialistas, a obstrução dos vasos sanguíneos que irrigam o coração é a terceira maior causa de morte para as mulheres, e a depressão é a primeira nas mulheres. Os resultados destacam, deste modo, a importância de monitorizar a situação cardíaca de pessoas com depressão, sobretudo as mulheres.



Escrito por Ronaldo Marques às 12h32
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



A mulher e a síndrome de Down (continuação)

Esse post será uma continuação do assunto iniciado por Murilo Ribeiro, no dia 15/11.

No fim da década de 1940, a expectativa de vida das pessoas com a síndrome de Down era de apenas 12 a 15 anos. Em pesquisa realizada em 1989, esse número passou para 50 anos e, atualmente, existem portadores da síndrome com mais de 70 anos.

Apesar de mais de 90% das crianças detectadas com a síndrome antes do parto serem abortadas, o mundo parece estar aprendendo a lidar com elas e melhorar sua qualidade de vida. As crianças portadoras da síndrome recebem tratamentos adequados desde que nascem, o que pode significar intervenção precoce na aprendizagem, monitoração de problemas comuns como a tiróide, tratamento medicinal sempre que relevante, um ambiente familiar estável e condutor, práticas vocacionais, entre outras coisas.

No início de 2008, o mundo presenciou um acontecimento inusitado relacionado à síndrome. Maria Gabriela Andrade Demate, de 27 anos e portadora da síndrome de Down, deu à luz a uma menina saudável, Valentina. Para se ter noção de quão raro é esse fato, apenas 30 casos desse tipo foram documentados no mundo. Fabio de Morais, pai da criança, possui atraso mental e diz que o casal escondeu a gravidez o quanto pode, pois tinham medo de serem repreendidos pelos pais por manterem relações sexuais.

Segundo o especialista Zan Mustacchi, esses casos são raros já que gravidez entre mulheres com síndrome de Down é, geralmente, conseqüência de abuso sexual.

Fonte: O Globo Online



Escrito por Guilher me Miranda às 18h39
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Para esquecer....

A reconstituição do caso de Eloá aconteceu nesta quarta-feira (15) em Santo André. A simulação ocorreu no prédio onde a garota ficou seqüestrada por mais de 100 horas pelo namorado Lindemberg Alves . Alguns canais de televisão mostraram ao vivo tudo que estava rolando, como foi feito no acontecimento.

Mais de cem PMs participaram da reconstituição, além de quatro peritos, dois desenhistas, um médico legista e um fotógrafo. Quem também participou foi Nayara Rodrigues, 15 anos, amiga de Eloá, que ficou como refém, e ainda levou um tiro no rosto disparado por Lindemberg.

A polícia reproduziu os principais momentos do crime. O laudo deve ficar pronto daqui a trinta dias. A advogada que defende Lindemberg, Ana Lúcia Assad, esteve no local, mas não quis dar entrevistas. Ela só vai se pronunciar depois do resultado do laudo.

O caso repercutiu em todo o Brasil, e vai demorar para a sociedade esquecer o que ocorreu, mas esperamos que fatos como esse não se repita.

Fonte: Folha Online



Escrito por Andre Luis às 23h10
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



A atriz Charlize Theron foi nomeada ontem a nova Embaixadora da Paz das Nações Unidas. Após ser apresentada em seu novo papel pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, a estrela sul-africana de 33 anos disse aos jornalistas que assumia a sua nova responsabilidade "com muita humildade e o coração emocionado". Charlize prometeu ajudar a enviar ao mundo uma forte mensagem de que a violência contra mulheres e crianças não é aceitável, nas próximas viagens que realizar em apoio à campanha de Ban. As informações são do Jornal da Tarde.

Escrito por André Costa Mendes às 19h08
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



                               Vítimas da violência    

          

A violência doméstica contra a mulher é algo que deixa muitas seqüelas, não só na vítima que sofre os abusos do marido, como também em toda a família. O meio familiar é o alicerce para a formação e desenvolvimento físicos, mentais e psicológicos de um indivíduo. É dentro de casa, junto à família, que a criança absorve as primeiras lições de vida, os primeiros exemplos e impressões que formarão sua identidade social. Em um ambiente hostil e violento, essa criança tem muito mais chances de se tornar uma pessoa problemática no futuro.

Estudos realizados sobre o assunto mostraram que crianças de 5 a 12 anos criadas em famílias onde a mãe é submetida à violência apresentam mais problemas, como chupar o dedo, urinar na cama, pesadelos, timidez ou agressividade excessivas e maior repetência e abandono escolar. ‘‘A violência doméstica é uma epidemia que contamina todo o tecido familiar. Estatísticas mostram que homens que espancam suas parceiras também são violentos com as crianças dentro de casa’’, explica a psicóloga Maria Luíza Aboim.

É um ciclo vicioso. A criança, que viu durante toda a sua infância a mãe ser espancada, tem grandes possibilidades de se tornar uma pessoa com os valores totalmente distorcidos, podendo vir a praticar esse mesmo tipo de violência no futuro. Quem deveria ter um papel determinante nesse contexto é a educação, fornecendo o apoio moral que a criança não recebe em casa e fixando desde cedo a igualdade entre os sexos, derrubando a idéia de superioridade masculina. O problema é que educação e Brasil são duas palavras que nem sempre combinam...


Fonte:

Portal da viôlência contra a mulher


Escrito por Romulo Marzano às 18h59
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



A civilização inca e o respeito a mulher

 

Durante praticamente quase toda a história da humanidade a mulher foi subjugada e tida sempre como um ser inferior ao homem. Sem o direito de dar suas opiniões, realizar as maiorias das atividades, votar, etc ... A única tarefa que lhe parecia cabível era cuidar de casa e da criação dos filhos, E em alguns casos era vista apenas como motivo de procriação.

Se retirarmos os últimos cem anos da conta da humanidade, período em que as mulheres conseguiram adquirir inúmeras conquistas, podemos observar que apenas uma sociedade tratava a mulher de maneira menos desigual aos homens, embora ainda esteja longe da força e da independência feminina. A sociedade em questão seria a sociedade inca.

Os incas davam as mulheres o direito de possuir propriedades (fato que praticamente todas as sociedades européias da época, tidas como as mais avançadas, não permitiam). E as atividades destinadas ao sexo feminino eram extremamente valorizadas, na mesma proporção que qualquer atividade realizada pelo homem. E o seu papel econômico na sociedade também era destacado porque eram elas quem enrolavam os fios de algodão um produto altamente comercializado na região.

Mas, sobretudo a maior conquista das sociedades inca era que as mulheres possuíam na Deusa –Lua uma entidade religiosa de poder comparado de maneira igualitária com o masculino Deus Sol, ou seja, era um dos poucos panteões antigos onde a presença feminina tinha o mesmo brilho e representava a mesma força que a presença masculina. Geralmente vinculadas ou casadas com deuses masculinos às outras sociedades costumavam refletir em seu panteão o reflexo de sua civilização.

Quem dera os incas tivessem dominado o mundo, claro essa dominação poderia ter um destino meio insólito, contudo, certamente as mulheres continuaram representadas de forma positiva e equilibrada, sendo considerada uma igual entre qualquer homem que nada têm de superior.

 

Fonte:

Livro uma breve história do mundo (p179)



Escrito por Ronaldo Marques às 21h11
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



A Mulher e a síndrome de Down

 

A síndrome de Down é um distúrbio genético que foi descrito pela primeira vez em 1862 por John Langdon Down. É a ocorrência genética mais comum, estimada em 1 a cada 800 ou 1000 nascimentos.

 

Tomar conta de uma criança com síndrome de down não é tarefa fácil, a mãe tem que passar muito tempo ao lado do filho e matriculá-lo em alguma instituição especializada. É possível ver varias pessoas com síndrome de down no Brasil. Poucas pessoas sabem, mas um dos principais fatores para que o recém nascido tenha síndrome de down é o fato de que quanto mais velha a mulher maiores são as chances de a criança ter a síndrome.

 

Vivemos em um pais onde as pessoas mais pobres tem dificuldade em obter informações e por isso, não usam métodos contraceptivos. A conseqüência disso são doenças sexualmente transmissíveis e um aumento na probabilidade de a criança ter síndrome de Down.

 

Uma mulher com 20 anos tem uma chance em 1490, já a de uma mulher de 49 é de uma em 11. As mulheres têm que se informar não por preconceito, mas para o seu bem estar. Ter um filho aos 50 anos pode parecer normal nos dias de hoje, mas não podemos nos esquecer que criar um filho não é uma tarefa simples e que consome acima de tudo, tempo e compreensão.

 

Fonte: portal síndrome de down



Escrito por Murilo José às 20h31
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



 Uma mulher em Berlim

Imagem de 'Anonyma - Uma mulher em Berlim'

 

 

A segunda guerra mundial trouxe inúmeras conseqüências negativas para todo o mundo, desemprego,mortes,fome, desigualdade, e muitas outras.Mas um fato que choca mais a sociedade foram os abusos sexuais que as mulheres sofriam por parte dos soldados do Exercito Vermelho em Berlim.

 

O filme  Anonyma – eine Frau in Berlim (Uma mulher em Berlim) retrata o drama de mulheres que se escondiam em porões para não serem torturadas e humilhadas pelos homens, ou seja o filme nos mostra uma parte que no contexto não se encaixava, que era o lado feminino na guerra.

 

Com base nos estudos sobre a época, mais de dois milhões de mulheres foram violentadas, no total de 55 milhões de mortos,um número muito alto,que nos mostra que a mulher sempre foi julgada como inferior perante  os Homens.

 

Mas o drama das mulheres não termina por ai, muitas sofreram os abusos ,e o fato de perderem seus filhos, seu marido na guerra, causa uma grande humilhação, revolta e problemas psicológicos para elas, pois perderam inúmeros sonhos em um jogo de pensamentos opostos. E isso é uma coisa frustrante para uma mulher.

 

 

  

Fonte: Brasil Escola

        



Escrito por Eduardo às 14h10
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Desigualdade de sexos no Brasil

As mulheres, apesar do mesmo grau de escolaridade, apresentam um salário aproximadamente 42% menor do que o salário dos homens em trabalhos parecidos. Esse dado foi apontado por uma pesquisa, que analisou 130 países, publicada pelo Fórum Mundial de Economia, em Genebra, na Suíça.

A explicação para isso, segundo especialistas, poderia ser o fato de as mulheres exercerem cargos diferentes dos cargos masculinos. A Constituição brasileira não permite que seja feita distinção trabalhista em função do sexo, e segundo Paulo Ishimaru, gerente de comunicação do Grupo Soma, ela não existe em empresas sérias. No entanto, Ishimaru completa: "Não podemos negar que há empresas míopes que acham que as mulheres não podem desempenhar liderança em ambientes de obras onde a força de trabalho predominante é masculina. Nosso conselho não é para as mulheres e sim para as empresas, que perdem a chance de ter ótimas profissionais por receios injustificáveis ou culturais".

A desigualdade de sexos no Brasil não está concentrada apenas no campo econômico. Ela está presente também na política, saúde e educação. Considerando todos esses fatores, a pesquisa apontou o Brasil na 73ª posição, atrás de países como Lesoto, Uganda e Botsuana.

 

Fonte: Folha de São Paulo



Escrito por Guilher me Miranda às 15h09
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Mulheres no Futebol

 

 

O futebol é mundialmente reconhecido pela prática de pessoas do sexo masculino. Mas e as mulheres? Onde elas entram no mundo do futebol? Mulheres que estão neste meio recebem todos os dias preconceitos sobre a sua profissão, muitos dizem que só homem pode praticar este esporte.

 Um bom exemplo é a bandeirinha Ana Paula de Oliveira, uma das poucas que representam esta profissão no Brasil, e com sucesso. Além de mandar dentro de campo, a paulista ainda posou para a Playboy Em uma palestra ministrada por ela, Ana Paula apontou as grandes dificuldades que as mulheres passam com o esporte no país.

Ela revelou que as mulheres são submetidas aos mesmos testes dos homens, passam as mesmas dificuldades deles, mas sempre são observadas de maneira diferente.

 Um país grande como o Brasil, que se julga ser a terra do futebol, como pode apresentar opiniões distintas sobre esta modalidade? Será que só homens tem a capacidade de exercê-lo? Não podemos esquecer das duas últimas Olimpíadas (2004 e 2008), e do último Mundial (2007), quando a nossa Seleção Feminina conquistou três importantes medalhas de prata  para a nação de chuteiras. Mas, porque só nessas horas elas são lembradas?

 Fontes: - Um Olhar Crônico Esportivo

                Site Oficial da CBF



Escrito por Eduardo às 07h12
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



China: Mulheres Subjugadas

Em muitos países - em especial os subdesenvolvidos - as mulheres ainda são tratadas com discriminação e maus-tratos. As crianças do sexo feminino ainda tem escolaridade mais baixa, são mais subnutrida, maltratadas, exploradas e vítimas de preconceito.

Em países com cultura conservadora como a China esse preconceito toma dimensões alarmantes. Em novembrode 2007 a China derrubou uma lei que previa a prisão de mulheres que estivessem em posse de camisinhas. O preservativo era considerado prova de prostituição. Mulheres que fossem pegas carregando camisinhas eram enviadas a campos de trabalho forçados.

A lei foi derrubada não por consiência dos direitos femininos mas como forma de frear a AIDS. A doença vinha se proliferando e apresentando níveis alarmantes na China. Fico satisfeita que uma lei antiquada e absurda como essa tenha sido banida do país mais populoso do mundo. Só lamento que as mulheres chinesas - assim como muitas outras, em diversos países - continuem a ser subjugadas 

Fonte: Causa operária online

 

 

 



Escrito por Carol às 18h15
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Participação Feminina Ainda é Baixa no Brasil

 

O Brasil não está nem nas 100 primeiras posições de um total de 130 no ranking que mede a participação feminina na política de acordo com o FEM ( Fórum Econômico Mundial ), em relação à pesquisa, a pouca participação das mulheres em relação aos homens no Congresso e no Executivo.

 

Em relação às mesmas oportunidades de educação em ambos os sexos, o país está entre os 24 melhores colocados. O País também está entre os 36 países que promovem políticas de saúde que beneficiam igualmente homens e mulheres.

 

As mulheres ainda tem pouca participação econômica no pais de acordo com outra pesquisa realizada pela Fem em que mede a igualdade dos sexos.

 

Fonte

 

Terra

 



Escrito por Thiago Paula às 17h08
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Criado pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1976, o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher tem como missão prover assistência técnica e financeira a programas inovadores e estratégias que contribuam para assegurar os direitos da mulher e sua participação na economia e na política. No Brasil desde 1992, o Escritório Regional da UNIFEM para Países do Cone Sul trabalha para promover a igualdade de gênero e os direitos humanos das mulheres na Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai.


Um dos focos da UNIFEM é a redução da pobreza e da exclusão. Centralizando no fortalecimento de instuições o programa tem como objetivo estimular a convergência das diversas agências das Nações Unidas para a implementação das convenções sobre a eliminação da discriminação racial contra a mulher.


Outros de seus objetivos é a promoção do fim da violência contra a mulher. Mulheres de diferentes condições sociais, raças e etnias demandam novas políticas públicas e ações para a diminuição da violência. O Programa Regional Cidades Seguras é quem cuida de tais preocupações onde procura fortalecer o exercício dos direitos cidadãos das mulheres na América Latina para reduzir a violência pública e privada sobre elas.

Fontes: Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher



Escrito por André Costa Mendes às 21h16
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Dados da Violência contra a mulher pelo Mundo

Para quem pensa que a violência contra as mulheres só acontece no Brasil, está muito enganado. Na Europa, entre 20 e 25% das mulheres já sofreram algum tipo de agressão física, segundo adverti o Conselho da Europa.

O estudo foi realizado em 31 dos 46 países que formam a organização pan-européia, e constatou que se trata na maioria dos casos de violência sexual e doméstica. E na maioria dos casos o agressor é o parceiro ou ex-parceiro. Além disso, mais de um décimo das mulheres sofreram violência sexual com abuso da força, e de 12% a 15% das mulheres foram vitimas da violência doméstica depois dos 16 anos.

No Brasil, a cada quatro minutos uma mulher é agredida, um dado que chega a ser muito preocupante. De acordo com um estudo feito pela Unifem em 1999, metade das latino-americanas em algum momento da vida são vítimas de alguma violência.

Já os dados pelo lado da Arábia são mais preocupantes ainda. Segundo o Control Ciudadano, Instituo Tercer Mundo, em 1999, 50% das mulheres árabes casadas são espancadas pelos seus maridos e em 25% dos casos, uma vez a cada seis meses.

Para finalizar, o Banco Mundial estima-se que uma em cinco mulheres no mundo já foi atacada fisicamente ou sexualmente. Esses dados comprovam a triste realidade que vivemos.

Fontes:

Portal da Violência Contra a Mulher

Dados sobre a Violência sobre a Mulher



Escrito por Andre Luis às 22h18
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



    Lei Maria da Penha é usada para proteger homem

Em nosso blog, o principal assunto tratado é a violência contra as mulheres, algo totalmente desprezível que ocorre no mundo inteiro e atinge todos os meios e classes sociais. Mas, e quando ocorre o contrário? E quando o homem é a vítima da violência em um casal? Pode parecer estranho, mas casos assim de fato acontecem.  

Foi o que aconteceu com um engenheiro agrônomo de 46 anos, morador de Cuiabá, MT, que terminou seu relacionamento depois de uma briga em que sua companheira o queimou no tórax com uma ponta de cigarro aceso. Após sair de casa, o engenheiro teve seu carro atacado e recebeu inúmeras ameaças da ex-namorada. Sem saber o que fazer para livrar-se da perseguição, entrou com uma ação na justiça pedindo a aplicação, por analogia, da Lei Maria da Penha. Em casos assim, por serem um tanto quanto incomuns, não há previsão legal de punições, o que justifica a aplicação, por analogia, da lei. O juiz Mário Roberto Kono de Oliveira determinou algumas medidas protetivas de urgência contra a mulher, dentre elas a de que ela deve manter ao menos 500 metros de distância do engenheiro e não deve tentar fazer nenhum tipo de contato com ele, podendo ser presa caso não cumpra tais ordens.

Por mais estranha e, em alguns pontos, até cômica, que seja esta situação, a aplicação da Lei Maria da Penha no caso vem reforçar e assegurar a idéia da isonomia de direitos. Se a violência contra a mulher deve ser combatida e erradicada, o mesmo deve acontecer com o inverso. 

                           


Fonte:

Portal da violência contra mulher


 



Escrito por Romulo Marzano às 19h15
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]